O que deve ser o natal para o crente?
I. A luz da natureza mostra que há um Deus
que tem domínio e soberania sobre tudo, que é bom e faz bem a todos, e que,
portanto, deve ser temido, amado, louvado, invocado, crido e servido de todo o
coração, de toda a alma e de toda a força; mas o modo aceitável de adorar o
verdadeiro Deus é instituído por ele mesmo e tão limitado pela sua vontade
revelada, que não deve ser adorado segundo as imaginações e invenções dos
homens ou sugestões de Satanás nem sob qualquer representação visível ou de
qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras.
Rm. 1:20; Sal. 119:68, e 31:33; At. 14:17;
Deut. 12:32; Mat. I5:9, e 4:9, 10; João 4:3, 24; Ex. 20:4-6.
Quando
Jacó saiu para purificar o campo (i.e., sua casa e seus serviçais) os brincos
foram retirados bem como seus deuses estrangeiros (Gn 35.4), porque os brincos
deles estavam associados com seus falsos deuses. Eles eram sinais de
superstição. Quando Elias foi oferecer seu sacrifício, em uma disputa com os
profetas de Baal, ele não usou o altar pagão, algo criado para os ídolos
(p.ex., as saturnais), e tentou santificá-lo para o serviço de Deus (p.ex.,
Natal); em vez disso, ele reconstruiu o altar do Senhor. Os cristãos não deveriam
tomar emprestados o festival pagão de Yule ou as saturnais e vesti-los com
roupagem cristã; deveriam, em vez disso, santificar o dia do Senhor como
fizeram os apóstolos. Quando Jeú se levantou contra os adoradores de Baal e seu
templo, ele porventura poupou o templo e o separou para Deus? Não! Ele matou os
adoradores de Baal: “Também quebraram a estátua de Baal; e derrubaram a casa de
Baal, e fizeram dela latrinas, até ao dia de hoje” (2 Rs 10.27).
Além disso, temos o exemplo do bom
Josias (2 Rs 23), porque ele não apenas destruiu as casas e os altos de Baal,
mas também seus utensílios, bosque e altares; sim, os cavalos e os carros dados
ao sol. Também o exemplo do penitente Manassés, que não apenas destruiu os
deuses estrangeiros, mas também seus altares (2Cr 23.15). E de Moisés, o homem
de Deus, que não se contentou apenas em executar vingança contra os israelitas
idólatras, a menos que ele pudesse também destruir totalmente o monumento de
sua idolatria.
Deus
não deseja que sua Igreja use festividades e cerimônias pagãs e papistas, além
de sua parafernália, e as separe para o uso cristão. Ele nos ordena de forma
direta a extinguilas totalmente da face da terra, para sempre. Talvez você não
se ofenda com a fogueira, a árvore de Natal, o visco, as frutinhas vermelhas e
a escolha de uma data pagã para celebrar o nascimento de Cristo, mas Deus se
ofende. Ele ordena que evitemos qualquer contato com os monumentos e com a
parafernália do paganismo.
Caso
sua mulher tivesse levado uma vida promíscua antes de você se casar com ela,
você se ofenderia se ela mantivesse fotos de seus ex-namorados em sua
penteadeira? Você se incomodaria se ela celebrasse os diversos aniversários
relativos aos relacionamentos do passado? Você se ofenderia se ela guardasse e
demonstrasse apreço por anéis, jóias e presentinhos dados a ela por seus
antigos namorados? Logicamente você se ofenderia! O Senhor Deus é infinitamente
mais zeloso de sua honra que você: ele é o Deus zeloso. Israel poderia usar os
dias festivos de Baal, Astarote, Dagom e Moloque para agradar a Deus? De forma
nenhuma! A Bíblia deixa muito claro quais reis de Judá agradaram mais a Deus.
Ele é servido quando ídolos, seus templos, suas vestes religiosas, brincos,
casas consagradas, árvores sagradas, postes, ornamentos, ritos, nomes e dias
são eliminados da face da terra, para nunca mais serem restaurados. Deus deseja
que sua noiva elimine para sempre os monumentos, dias, a parafernália e as
recordações da idolatria: “Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos
espanteis dos sinais dos céus; porque com eles se atemorizam as nações. Porque
os costumes dos povos são vaidade” (Jr 10.2,3). “Assim não farás ao SENHOR teu
Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que o aborrece, fizeram eles
a seus deuses” (Dt 12.31).
Os
cristãos não devem se desvencilhar apenas dos monumentos idolátricos do
passado, mas também de todas as coisas associadas à idolatria presente. O Natal
é o dia santo mais importante do catolicismo romano. O nome Natal* provém do
romanismo: Christmass — a “missa de Cristo”. O nome christmas [Natal] une o
título de nosso glorioso Deus e Salvador com a idolátrica e blasfema missa do
papado. Dessa forma, o Natal [christmas] é uma mistura de idolatria pagã e
invenções papistas.
A
Igreja Católica Romana odeia o Evangelho de Jesus Cristo. Ela se vale de
artifícios humanos, como o Natal, para manter milhões de pessoas em trevas. O
fato de muitos milhares de protestantes que dizem crer na Bíblia observarem o
dia santo católico romano —sem qualquer mandamento explícito da Palavra de
Deus— revela o triste estado do evangelicalismo moderno. “Não podemos nos
conformar, comungar e nos identificar com os papistas idólatras, ao usar os
mesmos [símbolos], sem nos tornarmos a nós mesmos idólatras mediante nossa
participação.” Nossa atitude deve ser a do reformador protestante Martin Bucer,
que disse:
Desejo
do fundo do meu coração que todos os dias santos, com exceção do dia do Senhor,
sejam abolidos. O zelo com o qual foram inventados, sem qualquer garantia da
Palavra, e seguidos pela razão corrompida, certamente para eliminar os dias
santos dos pagãos… Esses dias santos foram tão conspurcados pelas superstições
que me espanto pelo fato de não estremecermos por ouvir-lhes o nome.
A
objeção comum contrária ao argumento da abolição desses monumentos pagãos é que
esses fatos ocorreram há tanto tempo que se tornaram inofensíveis para nós.
Todavia, essa alegação é totalmente falsa. Não existe apenas a idolatria do
catolicismo romano, há também o ressurgimento das antigas religiões pagãs tanto
na Europa quanto nos Estados Unidos. O movimento feminista radical revive no
presente as deusas da fertilidade e do Oriente Próximo. A Lei-Palavra de Deus
nos diz para tomarmos cuidado com os monumentos idolátricos. A lei de Deus não
perde sua força com o passar do tempo.
O Natal desonra o dia de Cristo
O
dia que Deus separou para sua Igreja celebrar em comunidade a pessoa e obra de
Cristo é o “dia” denominado “do Senhor”, o primeiro dia da semana, o sábado
cristão. O primeiro dia da semana é o dia em que Jesus Cristo ressuscitou dos
mortos. É o dia da vitória de Cristo sobre o pecado, Satanás e a morte. A
humilhação de Jesus e sua morte sacrificial foram completadas. Ele ressuscitou
e será exaltado nos céus para sempre como Senhor do céu e da terra. “… Ainda
que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o
conhecemos deste modo” (2Co 5.16). “O dia do Senhor nos foi dado em memória de
toda a obra da redenção”. A idéia de honrar a vida de alguém de modo gradual
(este acontecimento, aquele acontecimento) não procede da Bíblia, mas da
adoração pagã ao imperador. De fato, as únicas celebrações de aniversário
registradas em toda a Bíblia são as do faraó (Gn 40.20) e do rei Herodes (Mt
14.6; Mc 6.21). As duas festas de aniversário terminaram com assassinatos: a de
Herodes com morte de João Batista.
Deus
foi muito generoso para com seu povo, concedendo-lhe 52 dias santos por ano.
Quando os homens adicionam outros dias (p.ex., Natal, Páscoa etc.), eles tiram
algo, maculam ou até deixam de lado o dia do Senhor. As pessoas preferem e dão
mais atenção ao Natal que ao dia do Senhor. Muitos cristãos passam quase todo o
mês de dezembro se preparando para o Natal, decorando suas casas, escritórios e
igrejas, comprando presentes, assando tortas e bolos, ensaiando e memorizando
cantigas, peças teatrais, recitais de música etc. Muitas pessoas que raramente
entram em uma igreja vão ao culto de Natal. As pessoas normalmente nem piscam
por violar o dia do descanso, fornicar, adulterar e se embriagar; mas
consideram fanáticos alucinados os cristãos que não celebram o Natal.
O
que Jesus deseja de nós não é a observância de algo que ele não mandou, mas sim
do que ele ordenou: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a
guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28.19,20). Isto é o que
os apóstolos fizeram. Eles ensinaram todo o conselho de Deus (At 20.27), o que
não incluía o Natal, a sexta-feira santa ou a Páscoa, porque essas não eram
parte das coisas ordenadas por Cristo. Portanto, aquele que entende “o
verdadeiro significado do Natal” (ou da sexta-feira santa ou da Páscoa) é
precisamente quem percebe que essas datas são invenções humanas. E para honrar
a Cristo como único Rei e cabeça da Igreja, essa pessoa não observará essas
adições feitas por seres humanos ao que nosso Senhor ordenou. Tal pessoa deverá
evitar esse costume bastante popular. O mais importante é que ela estará ao
lado de Cristo e dos apóstolos.
O
único dia autorizado por Deus como dia santo é o dia do Senhor. Se a Igreja
deseja agradar a Jesus Cristo e honrá-lo, deverá fazê-lo guardando seu dia e
sendo exemplo para o mundo não-cristão. Quando os cristãos tornam o Natal mais
especial que o dia do Senhor, desobedecem aos ensinos de Cristo e desonram seu
dia.
O
Natal é uma mentira
O
cristianismo é a religião da verdade. Deus não pode mentir. Toda a verdade e
todo o conhecimento procedem de Deus. Jesus Cristo é “o caminho, a verdade e a
vida” (Jo 14.6). O Espírito Santo é chamado “o Espírito da verdade” (Jo 16.13).
O Evangelho é chamado “a palavra da verdade” (Ef 1.13). Deus ordena: “Não dirás
falso testemunho contra o teu próximo” (Êx 20.16). Paulo nos diz para “segui[r]
a verdade em amor” (Ef 4.15), deixar a mentira e falar a verdade com o próximo
para não entristecermos o Espírito Santo (Ef 4.25,30). Jesus Cristo nos diz que
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em
verdade” (Jo 4.24). Os cristãos devem ser sal e luz do mundo (Mt 5.13,16);
devem testemunhar ao mundo falando e vivendo a verdade. A celebração do Natal é
compatível com nossa responsabilidade de falar e viver a verdade perante o
mundo? Não, porque o Natal é uma mentira.
A
data usada para celebrar o nascimento do Cristo, 25 de dezembro, é uma mentira.
Segundo a Bíblia, Jesus não nasceu nesse dia: “Ora, havia naquela mesma comarca
pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu
rebanho” (Lc 2.8). É de conhecimento público que os pastores na Palestina
voltavam dos campos antes do inverno. A estação chuvosa na Judéia começa no fim
de outubro ou no início de novembro. Os pastores já teriam voltado com seus
rebanhos para as aldeias antes do início da estação de chuvas. Portanto, Jesus
nasceu antes da primeira semana de novembro.
É
evidente que Cristo não nasceu no meio da estação do inverno. Mas, as
Escrituras nos dizem em que estação do ano ele nasceu? Sim, as Escrituras
indicam que ele nasceu no outono. O ministério público de nosso Senhor durou
três anos e meio (Dn 9.27). Seu ministério teve fim no tempo da Páscoa (Jo
18.39), que ocorre durante a primavera. Portanto, três anos e meio antes
marcariam o início do ministério no outono daquele ano. Quando Jesus começou
seu ministério, ele contava 30 anos de idade (Lv 3.23). Esta era a idade para o
sacerdote começar a exercer seu ministério sob o Antigo Testamento (Nm 4.3).
Se
os cristãos estão desejosos de celebrar uma mentira e lotar o falso dia do
aniversário de Cristo com mitologia papista e pagã (p.ex., papai-noel, árvore
de Natal, visco, fogueira, sempre-verde etc.), por que, então, o mundo deveria
acreditar na Igreja quando ela realmente diz a verdade? Se você mente a
respeito do nascimento de Cristo e faz vistas grossas em relação à mitologia
pagã, quando você disser a seu vizinho sobre a ressurreição de Jesus, por que
ele deveria acreditar em você? Ao celebrar o Natal, você põe uma pedra de
tropeço diante de seu vizinho incrédulo. Ele poderia raciocinar com toda a
razão: visto que você fala e vive uma mentira acerca do nascimento de Cristo,
você não é confiável para falar sobre a ressurreição dele. Alguns intelectuais
já me disseram, depois de ter argumentado com eles a respeito da morte e
ressurreição de Cristo, que essas doutrinas eram mitos propagados por pessoas
simples da mesma forma que o papai-noel e o coelhinho da Páscoa (é claro que a
mentira sobre o Natal dura há tanto tempo que a maior parte das pessoas a
aceita como verdade). A Igreja deve parar de macular a Palavra de Deus
inspirada e infalível ao posicionar fantasias humanas ao lado da revelação
divina. O Natal contradiz a narrativa bíblica do nascimento de Jesus.
O mundo ama o Natal
“…
Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer
que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4).
“Não
ameis o mundo, nem o que no mundo há” (1Jo 2.15).
Quem
é o verdadeiro guia? Não deve a Igreja do Senhor Jesus Cristo servir de exemplo
para o mundo? Não é ela o sal e a luz das nações? É correto que ela siga o
modelo pagão? O Natal não se origina na Bíblia nem na igreja apostólica; é
totalmente pagão. O dia, a árvore, a troca de presentes, o visco, as frutas
vermelhas sagradas — tudo isso tem origem nas festividades pagãs idolátricas do
solstício de inverno. A Igreja de Roma comprometida e apostatada tomou as
práticas pagãs e tentou cristianizá-las. Todos os transgressores da lei, as
pessoas que odeiam a Cristo, os adoradores de ídolos e incrédulos pagãos amam o
Natal. Por quê? Porque o Natal não é bíblico, não procede de Deus, é uma
mentira. Satanás, seu mestre, é o pai da mentira. Ateus, homossexuais,
feministas, políticos ímpios, assassinos, molestadores de crianças e idólatras
—todos— amam o Natal. Se essa fosse uma data bíblica, e sua observância uma
ordenança, o mundo o amaria? Com toda certeza: não! O mundo odiaria o Natal.
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parece
loucura” (1Co 2.14). Por acaso o mundo ama o dia do Senhor, o sábado cristão?
Claro que não. O mundo o odeia. O mundo ama e obedece ao Rei dos reis e Senhor
dos senhores ressurreto? Não! O mundo odeia Jesus. O mundo é capaz de amar um
bebezinho de plástico ou de barro em uma manjedoura. Um bebezinho de plástico
não é muito ameaçador. Entretanto, Jesus não é mais um bebezinho. Ele é o rei
glorificado que se assenta à destra do Pai. “… Ainda que também tenhamos conhecido
Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo” (2 Co
5.16).
A
Bíblia ensina que “a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus” (1 Co
3.19). “Assim diz o SENHOR: Não aprendais o caminho dos gentios… Porque os
costumes dos povos são vaidade” (Jr 10.2,3). O apóstolo Paulo tinha em mente
uma aplicação bem mais ampla que apenas ao casamento quando disse, “Não vos
prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça
com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há
entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem
o templo de Deus com os ídolos? [...] Por isso saí do meio deles, e
apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2Co
6.14-17). Quando a Igreja possui algo em comum relacionado à adoração e à
religião com o mundo pagão incrédulo, ela, nessa área, jaz sob o mesmo jugo que
os incrédulos. A Igreja não deve celebrar um feriado pagão com o mundo pagão.
Quanta hipocrisia e impiedade!
Não seja enganado
Paulo
nos adverte que “Satanás se transfigura em anjo de luz” (2Co 11.14). Essa é a
razão pela qual os festivais pagãos em todo o mundo são dias de diversão, dias
de comidas especiais, festas, desfiles, reuniões familiares e de troca de
presentes. O objetivo de Satanás não é simplesmente escravizar indivíduos, mas
também controlar instituições, culturas e nações. O calendário pagão de “dias
santos”, nos quais os festivais pagãos são celebrados no tempo exato a cada
ano, é um recurso inspirado por Satanás para envolver culturas inteiras na
rebelião contra a aliança divina. Ele deseja que pessoas e países sejam
escravizados por rituais pagãos e pelas trevas. Uma cultura está saturada de
satanismo quando festivais, ritos e cerimônias pagãs se tornam tão naturais que
não são mais questionados em determinada sociedade.
Como
puderam os cristãos ser enganados a ponto de celebrar um dia festivo pagão? O
dia foi transformado de um período de trevas em um dia de luz. Como isso
aconteceu? É muito simples: a primeira coisa a ser feita é mentir. Ensine que
esse dia é o aniversário de Cristo. O fato de Jesus não ter nascido nesse dia
não importa. Pouquíssimas pessoas averiguarão os fatos. E quem o fizer será
considerado fanático, pessoas indesejadas como Scrooges* modernos. A seguir,
transforme a data em um dia de reunião familiar, com presença obrigatória de
todos. Que coisa maravilhosa: um dia para a família toda jantar junta e
apreciar seus valores. Faça-o também um dia de presentes e de caridade, um dia
de se preocupar com o próximo e de partilhar. Quem se oporia a isso? A seguir,
dedique-o a todas as crianças do mundo, um dia repleto de lembranças
agradáveis. É um dia de sentimentalismo intenso. Não corre uma pequena lágrima
de seu olho quando você pensa em pais e irmãos reunidos perto da árvore?
Certifique-se de que todas as cidades (independentemente do tamanho) estejam
decoradas a caráter. Mantenha a indústria do entretenimento a todo o vapor com
artigos especiais, filmes, espetáculos e recitais. Exerça pressão em sua
comunidade, local de trabalho, igreja e família sobre quem não celebra o dia para
que seja considerado perversor da verdade ou desconectado da realidade.
Essa
estratégia tem sido efetiva? Sim, e muito. Houve um tempo quando presbiterianos
e congregacionais disciplinavam irmãos pela celebração do Natal. Para os
protestantes da ala calvinista da Reforma, a celebração desse dia foi
impensável durante quase 300 anos. Agora se você for presbiteriano e não
celebrar o Natal, irmãos da mesma denominação pensarão que você é fanático. Os
protestantes têm sido enganados, iludidos, ludibriados e tapeados por terem
esquecido o Princípio Regulador do Culto a Deus: “Toda a Palavra de Deus é
pura: escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras,
para que não te repreenda e sejas achado mentiroso” (Pv 30.5,6). Haveria apenas
uma razão aceitável para o cristão celebrar o Natal, e ela seriam uma ordem
direta da Palavra de Deus para assim proceder. Visto que não há uma instrução
implícita ou explícita para agir dessa forma, sua celebração é proibida.
Este artigo não é meu, fiz um recorte de um artigo de alguém e não lembro de quem é, portanto, não estou colocando a referência por não lembrar quem é o proprietário.
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