terça-feira, 26 de junho de 2012


Guerras da Adoração
Dr. Robert Godfrey
A questão do que agrada a Deus na adoração chega com urgência especial em nossos dias, visto que nas últimas poucas décadas os protestantes americanos têm visto muitas mudanças nas formas de adoração, do que em qualquer período similar desde o século XVI. O resultado é que algumas congregações e denominações têm experimentado sérios conflitos sobre adoração. Igrejas têm se dividido e indivíduos têm se mudado de congregação para congregação, tudo por causa de visões diferentes de adoração.
Algumas das diferenças sobre adoração parecem mais superficiais, embora elas possam gerar debates esquentados.
• Devemos usar um livro de cânticos ou um projetor no alto?
• Devemos nos sentar em bancos ou em cadeiras dobráveis?
• Diferenças mais sérias têm levado ao que alguns têm chamado de “guerras da adoração” dos nossos dias.
• Que estilo de música devemos usar?
• Que tipo de instrumentos devemos tocar?
• Como devemos orar?
• Que tipo de pregação é apropriada?
Frequentemente estas diferenças residem na questão de que se os cultos devem ser orientados para o visitante não-membro da igreja ou para o membro fiel da igreja.
As diferenças sobre adoração podem também refletir teologias e metodologias totalmente diferentes na comunidade cristã. Por esta razão, a Aliança de Evangélicos Confessionais referiu-se ao assunto de adoração em sua Declaração de Cambridge. A Declaração declarou como sua preocupação básica o seguinte: “As igrejas evangélicas de hoje estão cada vez mais dominadas pelo espírito deste século em vez de pelo Espírito de Cristo. Como evangélicos, nós nos convocamos a nos arrepender desse pecado e a recuperar a fé cristã histórica”.
A Declaração então expandiu sobre esta preocupação em relação aos grandes temas do Protestantismo.

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